Reduza os custos com o controle da sinistralidade nos planos de saúde

controle da sinistralidade nos planos de saúde

No Brasil, mais de 47 milhões de pessoas têm plano de saúde. Desse total, 67% corresponde aos funcionários das empresas, ou seja, aos planos corporativos. Esses são dados da Agência Nacional de Saúde (ANS) e reforçam a necessidade de se aplicar medidas para o controle da sinistralidade nos planos de saúde.

Quando existe um desequilíbrio entre a receita gerada pelos planos de saúde e os gastos, as operadoras costumam aplicar a taxa de sinistralidade — que corresponde a, mais ou menos, 70% do valor total arrecadado.

Muitas vezes esse índice é tido como ilegal, pois não vem em especificado em contrato ou é considerado pela justiça como abusivo.

Reduza os custos com o controle da sinistralidade nos planos de saúde com as dicas e informações que destacamos a seguir.

O que é taxa de sinistralidade nos planos de saúde?

A taxa de sinistralidade é uma modalidade de reajuste na qual os planos de saúde atualizam o valor da mensalidade considerando o desequilíbrio técnico e financeiro gerado pelas despesas e receitas de cada contrato. Quando ela ocorre, as operadoras responsáveis pelos planos alegam algumas justificativas.

A mais comum é que o uso de um plano coletivo, exceder uma determinada porção do valor pago pelos participantes — geralmente em torno de 70%. O fato é que a taxa de sinistralidade precisa ser descrita de maneira clara em contrato, pois, caso contrário, pode ser considerada nula.

Conhecer a taxa é importante para que você consiga reduzir os custos da sua empresa por meio do controle da sinistralidade nos planos de saúde.

Como você pode calcular essa taxa?

Para ter o controle da sinistralidade nos planos de saúde é importante calcular a taxa do plano contratado para a sua empresa, verifique o total de funcionários que aderiram ao benefício.

Se o contrato possui 100 pessoas e cada uma paga R$ 200,00 por mês, o total recebido pela operadora em um mês será correspondente a R$ 20.000,00.

Considerando que a taxa de sinistralidade gira em torno de 70% do valor total recebido pela operadora, você precisa aplicar essa percentagem na soma do mês.

Como resultado, obterá R$ 14.000,00. Isso significa que, caso os gastos dos beneficiários ultrapasse esse valor, a operadora do plano pode aplicar a taxa — desde que esteja em contrato.

Como reduzir o custo através do controle da sinistralidade nos planos de saúde?

controle da sinistralidade nos planos de saúde
Contribuir com o bem-estar físico e emocional dos colaboradores é uma forma de realizar o controle da sinistralidade nos planos de saúde.

Efetuar o controle da sinistralidade nos planos de saúde é um dos maiores desafios da gestão de RH. É preciso identificar os motivos responsáveis pela aplicação da taxa, sua estabilização é considerada uma tarefa intimidadora, pois é cada vez mais difícil enfrentar os aumentos impostos por médicos, clínicas, laboratórios e hospitais.

Por outro lado, poucas empresas conhecem os riscos que estão relacionados à saúde dos seus profissionais.

Dessa forma, seus programas de prevenção e promoção da saúde acabam fracassando. É preciso estar atento aos riscos que fazem parte do dia a dia corporativo e agir de forma preventiva em cada um.

A principal maneira de reduzir o custo por meio do controle da sinistralidade nos planos de saúde se dá por meio da educação com relação ao bem-estar físico e emocional de todos.

Aplicar medidas preventivas permite eliminar riscos desnecessários, como a utilização inadequada do plano. Sendo assim, incentive os exames preventivos, principalmente entre os funcionários que têm mais de 40 anos.

A segunda maneira é identificar, apoiar e orientar os colaboradores que são portadores de doenças crônicas. Eles representam uma pequena parcela do quadro de trabalhadores, mas têm gastos que facilmente superam 30% do total.

A terceira forma de diminuir o custo por meio do controle da sinistralidade nos planos de saúde é conhecer, acompanhar e auditar os casos isolados que possuem um alto custo, como os terminais. Isso garantirá que a melhor relação custo-benefício será praticada — evitando que aconteçam desperdícios financeiros.

Outro ponto importante que a gestão de Recursos Humanos deve conhecer são as variáveis que impactam a taxa de sinistralidade. Esse é um conhecimento que poucos possuem, embora seja importantíssimo.

Quando elas são identificadas e entendidas, possibilitam a aplicação de ações objetivas que permitem controlar melhor o índice. Por isso, entenda que o desequilíbrio na taxa pode ser ocasionado por três motivos.

O primeiro deles está ligado à frequência com a qual os beneficiários usam seus planos para a realização de consultas, exames e outros procedimentos. É importante conscientizar os colaboradores para que façam um uso adequado do plano.

Um dos casos mais conhecidos é o escândalo que envolveu a compra de marca-passos cerebrais e que causou um prejuízo de R$ 4,8 milhões aos cofres públicos do nosso país.

Os acidentes graves, internações em UTI neonatal e a longa permanência de pacientes em estado terminal também contribuem com esse desequilíbrio. Lógico que são casos que você não tem o controle, entretanto, monitorá-los permite encontrar as melhores soluções para lidar com os gastos que eles promovem.

Por fim, o controle da sinistralidade nos planos de saúde também pode ser feito por meio dos preços praticados pelas operadoras, principalmente quando está abaixo do necessário para cobrir o custo assistencial da rede contratada.

É o caso daqueles planos com preço muito baixo, mas que necessitam sempre da contratação de serviços extras. Perceba como é importante efetuar esse controle controle da sinistralidade nos planos de saúde para alcançar a redução dos custos na sua empresa.

Aproveite para deixar seu comentário a seguir e dividir conosco as medidas que você adota para evitar essa taxa.

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