Saiba como eSocial e segurança no trabalho podem estar conectados

eSocial e segurança no trabalho estão conectados

Entender a ligação entre eSocial e segurança no trabalho é um passo interessante para garantir uma forma de aprimoramento no uso do programa em conjunto a suas informações fiscais, previdenciárias e relativas ao ambiente de trabalho. É importante entender um pouco mais desse tema para ter um ponto de vista estratégico para sua organização.  

Projeto audacioso do Sistema Público de Escrituração Contábil (SPED), o eSocial foi criado pelo Governo Federal para garantir aos trabalhadores seus direitos previdenciários e trabalhistas. Aos empregadores, torna-se mais simples o cumprimento e o registro das obrigações tributárias acessórias, por isso, é importante se atentar para um entendimento completo da ferramenta a fim de extrair o máximo possível dela.

Nesse artigo, trataremos de como eSocial e segurança no trabalho se conectam. Continue a leitura para saber mais!

eSocial e segurança no trabalho

Uma das responsabilidades da área de Recursos Humanos é manter as boas condições de trabalho dos seus colaboradores — além de prestar as informações referentes à saúde e segurança deles para o Governo Federal. No entanto, essa rotina passará por mudanças com a entrada em vigor do eSocial. Entender como o eSocial e segurança no trabalho podem estar ligados é importante para conseguir trabalhar de forma clara com essa ferramenta.

O cronograma do eSocial prevê que todas as empresas devem aderir às novas regras a partir de janeiro de 2019. Documentos como o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) e a Comunicação de Acidentes de Trabalho (CAT) serão substituídos por eventos no sistema. São eles:

  • 1060: Tabela de Ambientes de Trabalho;
  • S-2210: Comunicação de Acidentes de Trabalho;
  • S-2220: Monitoramento da Saúde do Trabalhador;
  • S-2240: Condições Ambientais do Trabalho – Fatores de Risco;
  • S-2241: Insalubridade, Periculosidade e Aposentadoria Especial.

Como se trata de um projeto em andamento, é comum o surgimento de muitas dúvidas sobre os envios das rotinas de Saúde e Segurança no Trabalho (SST). Contudo, é importante que as empresas voltem a atenção para a questão da saúde e segurança de seus colaboradores.

O nível de informatização dos dados de SST é relativamente baixo. Muitas empresas têm, por exemplo, soluções para gerenciar a folha de pagamento, mas são poucas as que fazem o gerenciamento dos dados de saúde e segurança através do eSocial. Para contornar isso, elas devem mapear seus ambientes e identificar os riscos existentes.

Essas e outras ações devem ser praticadas com o apoio de um sistema que reúna os dados de Saúde e Segurança no Trabalho. Com um bom software, elas se tornam capazes de cumprirem com sucesso a etapa de implementação do eSocial.

O principal desafio enfrentado pelas empresas

A verificação da qualidade das informações que as áreas de RH e de medicina e segurança do trabalho possuem é o principal desafio enfrentado pelas empresas. Com a adoção do eSocial, o governo não exigirá novas informações, mas será rígido com aquelas previstas na legislação.

As empresas que deixavam de cumprir com a legislação, e que não eram penalizadas por isso, ficarão diante de uma nova situação. A obrigatoriedade do envio das informações de Saúde e Segurança no Trabalho e a possibilidade de cruzamento de dados tornará mais fácil a identificação das companhias que não cumprem a lei.

Desse modo, é fundamental que a sua empresa conte com o auxílio de uma consultoria especializada e de um sistema de apoio para fazer a gestão das informações referentes à SST. Isso revela outra necessidade, mais precisamente a integração entre o RH e a área de Saúde e Segurança no Trabalho.

Para que você entenda o nível de complexidade envolvido nessa relação eSocial e segurança no trabalho, fique atento ao exemplo a seguir.

Imagine que apareça a necessidade de transferir um colaborador de um local de trabalho para outro. Essa informação deverá ser transmitida ao governo por meio do eSocial nos eventos S-2206 (Alteração de Contrato de Trabalho), S-2240 (Condições Ambientais do Trabalho – Fatores de Risco) e S-2241 (Insalubridade, Periculosidade e Aposentadoria Especial).

Nesses eventos, constarão as informações referentes ao novo ambiente de trabalho e os fatores de risco aos quais o colaborador passa a ficar exposto por causa da transferência. Por meio disso, o governo consegue verificar se esse trabalhador está recebendo um adicional por insalubridade em sua folha de pagamento.

Essa mesma informação serve de dado para a comparação entre empresas do mesmo segmento. Dados discrepantes podem intensificar as fiscalizações naquelas organizações que têm mais fatores de risco ou que deixam de cumprir com suas obrigações trabalhistas — como o pagamento do adicional.

A necessidade de um apoio especializado

saiba sobre eSocial e segurança no trabalho

Não é fácil enfrentar mudanças em um país tão burocrático quanto o nosso. Por isso, é fundamental contar com o apoio de uma empresa de consultoria especializada que ajude a validar os processos e as informações relativas à saúde e segurança no trabalho.

Uma equipe especializada pode auxiliar na criação de rotinas e organização dos dados, desmistificando o eSocial e tornando-o parte fundamental da estratégia do negócio por meio do ganho de produtividade e cumprimento da legislação.

Do mesmo modo, apesar de nosso foco nesse artigo ser a relação entre eSocial e segurança no trabalho, é fundamental que o seu sistema de eSocial seja integrado, unindo também recursos humanos, folha de pagamento, administração de pessoal, saúde e processos trabalhistas. Comece 2019 com o pé direito e em acordo com as regras do eSocial, que começam a valer a partir de janeiro.

eSocial e segurança no trabalho andam juntos

Observe que a conexão entre eSocial e segurança no trabalho é importante para que sua empresa esteja em dia com as obrigações do governo federal. Conheça a consultoria especializada e o sistema da 2easy. Conquiste os benefícios citados neste artigo e alcance um nível ainda maior de produtividade e competitividade em seu segmento.

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